FL-6.1.1 (K2) Explicar como os diferentes tipos de ferramentas de teste dão suporte aos testes


Não há uma ferramenta mágica que faça toda a automação do teste para você!

O que é um conjunto de ferramentas para atender os diversos aspectos dos testes.
As quais trazem diversos benefícios para automação dos testes.
O sucesso com o uso das ferramentas não é garantido, ainda que a ferramenta correta seja adquirida.
Existem riscos no uso das ferramentas de automação!

FERRAMENTAS PARA GERENCIAMENTO DO TESTE

 Gerenciamento de Testes

Principais Características

Ferramentas para Gerenciamento de Requisitos

 
Embora não sejam ferramentas propriamente de testes, são de grande ajuda para a derivação dos testes a partir dos requisitos. Para isso as ferramentas de requisitos podem fazer interface com as ferramentas de gerenciamento de testes.
Isso garante conexão direta e completa entre requisitos, casos de testes e resultados dos testes. Garante também validação de rastreabilidade de cada requisito.
 

Ferramentas para Gerenciamento de Incidentes

 
São conhecidas como ferramentas de gestão de defeitos, gestão de bugs ou rastreamento de defeitos. O melhor nome é gerenciamento de incidente, pois nem tudo o que é gerido se trata de defeitos ou bugs.
São utilizadas para a  documentação, administração, priorização, alocação e análise estatística de relatórios de incidentes. Em ferramentas avançadas pode-se parametrizar os modelos de status dos incidentes.
Um workflow desde a detecção do bug, correção do bug e testes de regressão, pode ser definido, e cada membro da equipe é guiado por esse workflow de acordo com o seu papel na equipe.
 

Ferramentas para Gerenciamento de Configuração

 
Apesar de não serem ferramentas de testes propriamente ditas, realizam um papel importante para o controle de versões dos ativos do software sob teste e também dos ativos de testes.
Permite fazer rastreabilidade entre os ativos de testes e os builds do software. Facilita a geração de diferentes ambientes de testes a partir do baseline sob controle de versão.
 

Ferramentas para Testes Estáticos

 

  • Suporte ao Processo de Revisão;
  • Análise Estática;
  • Modelagem.

Ferramentas para Suporte ao Processo de Revisão

  • Ajudam a planejar, executar e avaliar revisões;
  • Armazenam informações sobre reuniões de revisões, participantes, problemas e suas resoluções;
  • Checklists podem ser incluídos e mantidos on-line;
  • Os dados coletados de diversas revisões podem ser comparados, visando melhorias no processo de desenvolvimento.

Ferramentas Análise Estática

  • Prove uma avaliação da qualidade do código sem a sua execução;
  • Deve ser aplicada nas fases iniciais do desenvolvimento;
  • Coleta informações sobre complexidade do código, áreas de maior risco de defeitos, anomalias em fluxo de dados e controle, código fora do padrão, divisão por zero, ciclos infinitos, etc.
  • São ferramentas configuráveis que permitem escolher o nível de profundidade da análise. A configuração pode ser feita de acordo com cada projeto.

FERRAMENTAS PARA MODELAGEM DE TESTES

 
São ferramentas que apresentam as seguintes características:

→  Geração de valores de entrada para testes a partir de: Requisitos, modelos, código, interface gráfica, condições de testes.

Pode gerar também os resultados esperados, se um oráculo estiver disponível para a ferramenta.

FERRAMENTAS PARA EXECUÇÃO E REGISTRO

  • Execução de testes;
  • Ambiente preparado e testes de unidade;
  • Comparadores de testes;
  • Segurança;
  • Medição de cobertura.

Principais Características – Execução


 

Principais Características – Ambiente Preparado e Testes de Unidade

Principais Características – Medição Cobertura

Principais Características – Segurança

 
Ferramentas de  teste de performance, carga e stress estão preocupadas com os testes ao nível do sistema.

  • Verificam se o sistema suportará ou não um alto volume de utilização.

 
Em testes de performance a finalidade é medir características, tais como o tempo de resposta , taxa de transferência ou o tempo médio entre falhas (para testes de confiabilidade).
 
O teste de carga verifica que o sistema pode lidar com o seu número esperado de transações.

  • O teste de volume verifica que o sistema pode lidar com uma grande quantidade de dados; Por exemplo, muitos campos em um registro, muitos registros em um arquivo.

Um teste de ‘stress’ é aquele que vai além da utilização esperada do sistema, com relação a carga ou volume.
  

Principais Características

FERRAMENTAS DE DEVOPS

  • suporte ao pipeline de entrega de DevOps,
  • rastreamento de fluxode trabalho,
  • processo(s) de construção automatizado(s), CI/CD;

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO

  • facilitam a comunicação.

Ferramentas que oferecem suporte à escalabilidade e à padronização da implantação.

  • máquinas virtuais,
  • ferramentas de conteinerização.

USO DE OUTRAS FERRAMENTAS

As ferramentas descritas até aqui não são as únicas ferramentas que um testador pode precisar.
Um processador de texto ou uma planilha não são considerados como ferramentas de teste, mas são muitas vezes utilizados para armazenar projetos de teste, scripts de teste ou dados de teste.
Testadores também pode usar SQL para criar e consultar bancos de dados que contêm dados de teste.
Ferramentas utilizadas por desenvolvedores quando fazem debugging, para ajudar a localizar defeitos, também são ferramentas de testes.
É uma boa ideia olhar para qualquer tipo de ferramenta disponível que possam ser usadas para ajudar a apoiar qualquer uma das atividades de teste.
Por exemplo, os testadores podem usar Scripts Perl para ajudar a comparar os resultados dos testes.